Mobilização nacional

Lei de Alienação Parental (LAP): pela revogação da Lei 12.318/10

A Lei de Alienação Parental transformou denúncias de violência contra a mulher em acusações contra quem denuncia. Leilane Sabatini defende a revogação da Lei 12.318/10, a criminalização do abuso processual e a proteção efetiva de mães e crianças.

Assinar o abaixo-assinado

O que a LAP provoca na vida real

Criada em 2010 para proteger o vínculo entre pais e filhos, a lei passou a ser usada como instrumento de retaliação. Mulheres em vulnerabilidade — em especial mães solo, sem renda própria e sem acesso a defesa privada — são as mais atingidas quando a agressão contra a mulher deixa de ser apurada e a denúncia é lida como manipulação.

Denúncia que vira acusação

Mulheres que relatam violência doméstica são acusadas de alienação parental e passam de vítimas a rés no mesmo processo.

Abuso processual

Processos infinitos usados como arma: desgaste emocional, custo financeiro e controle mantido pela via judicial.

Crianças desprotegidas

Decisões que priorizam a convivência forçada acima da segurança expõem crianças ao risco de novas violências.

Mães solo em vulnerabilidade

Sem renda, sem rede de apoio e sem advogado particular, mães solo são as mais atingidas pelo desequilíbrio processual.

O compromisso da campanha

  • Revogação de leis baseadas em preconceito, como a Lei de Alienação Parental.
  • Tipificação e criminalização da violência processual contra a mulher (abuso processual).
  • Julgamento dos casos de violência doméstica com perspectiva de gênero.
  • Rede de proteção para mães e crianças em situação de risco, com acolhimento e apoio jurídico.
  • Enfrentamento à misoginia e à violência de gênero desde a formação escolar.
Ver todas as propostas

Perguntas frequentes

O que é a Lei de Alienação Parental (LAP)?

A Lei nº 12.318/2010, conhecida como Lei de Alienação Parental ou LAP, criou no Brasil a figura jurídica da chamada 'alienação parental' — quando se acusa um dos pais de interferir na relação da criança com o outro. Na prática, a lei tem sido usada em disputas judiciais para desqualificar mães que denunciam violência.

Por que a campanha defende a revogação da Lei 12.318/10?

Porque, na experiência de milhares de mães solo e mulheres em situação de vulnerabilidade, a acusação de alienação parental silencia denúncias de agressão contra a mulher e de violência doméstica. A denúncia vira prova contra quem denuncia, e a proteção de mães e crianças fica em segundo plano.

O que é abuso processual contra a mulher?

É o uso do próprio processo judicial como forma de violência: multiplicar ações, audiências e recursos para desgastar emocional e financeiramente a mulher, mantendo o controle sobre ela mesmo após o fim do relacionamento. A campanha defende a tipificação e a criminalização da violência processual.

Como o tema se conecta à luta contra a misoginia?

Leis e decisões que partem do preconceito contra mulheres reforçam a misoginia dentro do sistema de justiça. Por isso a proposta é julgar com perspectiva de gênero, revogar leis baseadas em preconceito e endurecer a resposta do Estado à violência contra a mulher.

Como posso apoiar a mobilização?

Assine o abaixo-assinado pela revogação da Lei 12.318/10 e compartilhe com sua rede. Leilane Sabatini irá pessoalmente ao Congresso Nacional entregar as assinaturas em mãos de Hugo Motta.

Assine pela revogação da Lei 12.318/10

Leilane irá pessoalmente ao Congresso Nacional entregar em mãos de Hugo Motta o abaixo-assinado. Vamos nos mobilizar!

Assinar abaixo-assinado